Conheça quem mora aqui
O primeiro capítulo de uma nova forma de apresentar a instituição.
Assistir no Instagram ↗Cuidado, acolhimento e dignidade em uma instituição que faz parte da vida de Pelotas. Conheça nossa casa, nossas histórias e as muitas formas de fazer parte delas.
Escolha um caminho e vá direto ao que precisa. A história da nossa casa continua disponível para quem quiser conhecê-la com calma.
Pequenos registros do cotidiano, ações, visitas e acontecimentos que fazem parte da vida da instituição.
O site nasce para aproximar a instituição da comunidade e mostrar a vida que existe dentro dela.
O Asilo de Mendigos de Pelotas é uma instituição filantrópica que acolhe e cuida de idosos, contando com o apoio da comunidade, voluntários, parceiros e doadores para fortalecer sua missão.
Nesta nova fase, queremos aproximar ainda mais a instituição da cidade: mostrar o cotidiano, apresentar quem vive e trabalha aqui e tornar mais transparente o impacto de cada contribuição.
Histórias, memórias, humor, experiências e momentos reais dos moradores — sempre com respeito, dignidade e autorização.
O primeiro capítulo de uma nova forma de apresentar a instituição.
Assistir no Instagram ↗Experiência de vida em respostas simples e verdadeiras.
Opiniões, personalidade e muito bom humor.
Esta será uma das áreas mais importantes do site. Cada necessidade poderá ser apresentada como uma campanha clara, com meta, andamento, prazo e resultado final.
Assim que a coordenação definir a primeira campanha, este cartão receberá os dados reais e poderá ser atualizado continuamente.
Escolha como gostaria de contribuir. Cada opção abaixo já abre o WhatsApp da instituição com uma mensagem específica pronta para facilitar o contato.
Saiba quais são as necessidades atuais, formas de doação e como sua contribuição pode chegar até a instituição.
Conversar sobre doaçãoEmpresas e projetos podem apoiar campanhas, serviços, melhorias e necessidades específicas do Asilo.
Conversar sobre parceriaDescubra como oferecer tempo, conhecimento ou participação em ações organizadas pela instituição.
Conversar sobre voluntariadoEsta área será usada para organizar, de forma visual e fácil de consultar, os dados e documentos que a coordenação decidir disponibilizar.
Os blocos abaixo já deixam claro quais pontos poderão ser avaliados periodicamente.
Além dos documentos, a transparência também será contada de forma humana: mostrar a necessidade, a mobilização e o resultado entregue à instituição.
O Asilo nasceu de um chamado feito à própria comunidade de Pelotas. Em 23 de setembro de 1882, Antônio Joaquim Dias, fundador e diretor do jornal Correio Mercantil, convidou a população a contribuir para a criação de uma casa de amparo. A resposta transformou uma ideia em um propósito coletivo.
O prédio, os jardins, a gruta, a capela, os corredores e cada ampliação guardam capítulos de uma instituição construída por dirigentes, religiosas, trabalhadores, benfeitores, moradores e pela comunidade. A arquitetura não é apenas cenário: ela é testemunha de tudo o que esta casa viveu e ainda vive.
Percorrer a linha do tempo ↓Role a página para acompanhar a linha central sendo preenchida. Cada marco se conecta ao próximo, mostrando visualmente que a história do Asilo não é uma coleção de datas: é uma sequência de acontecimentos construída ao longo de mais de um século.
Antônio Joaquim Dias publica no Correio Mercantil um apelo para que a população de Pelotas ajudasse a criar um estabelecimento destinado ao amparo.
Os estatutos são aprovados em reunião popular, consolidando juridicamente uma iniciativa que já havia mobilizado a comunidade.
Tem início a construção do edifício, começando pelos fundos do terreno e avançando gradualmente em direção à frente.
Uma reforma estatutária substitui a primeira denominação da associação e consolida o nome pelo qual a instituição se tornaria conhecida por gerações.
Em 1906 é formalizada a atuação das religiosas na administração interna, iniciando uma presença que marcaria profundamente a memória da casa.
É lançada a pedra fundamental destinada à conclusão das obras da fachada que se tornaria um dos símbolos visuais da instituição.
Em 11 de dezembro de 1932 é inaugurada a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes na área central — um espaço que permanece vivo no jardim até hoje.
Na festa de São João é inaugurada uma capela mais ampla, criando melhores condições para celebrações e convivência.
Em 2022, uma assembleia aprova uma nova denominação para a instituição, refletindo a evolução da linguagem e de sua missão contemporânea.
A denominação histórica segue reconhecida pela comunidade e aparece em registros públicos atuais. Mais importante que o nome, porém, é a continuidade de uma missão construída por muitas mãos.
Conhecer esta história é entender que o nome da instituição não nasceu por acaso. Ele atravessou gerações junto com uma casa construída pela solidariedade de Pelotas — e hoje ajuda a preservar a memória de todos que fizeram parte dessa trajetória.
Porque esse nome nasceu junto com a nossa própria história. No fim do século XIX, “mendigos” era o termo usado para identificar pessoas que viviam em situação de pobreza, abandono e desproteção. Foi olhando para elas que Pelotas decidiu não permanecer indiferente: a cidade se mobilizou, doou, trabalhou e transformou um pedido de ajuda em uma casa de acolhimento.
Com o tempo, a linguagem mudou, o cuidado evoluiu e a instituição também se transformou. Mas o nome permaneceu como testemunho de onde tudo começou. Preservá-lo é lembrar das pessoas que abriram essas portas, das gerações que mantiveram esta casa viva e de todos que encontraram aqui cuidado, companhia e um lugar para viver.
Para doações, parcerias, voluntariado ou outras informações, fale diretamente com a instituição ou trace a rota até o Asilo.